Todos os setores reduziram vagas no ano passado, com destaque para serviços (-390.109 postos), construção civil (-358.679) e indústria da transformação (-322.526).
No recorte estadual, as maiores destruição de postos de trabalho foram registradas em São Paulo (-395.288), Rio de Janeiro (-237.361) e Minas Gerais (-117.943). Roraima foi o único Estado brasileiro a ter resultado positivo, com a abertura de 84 vagas. De maneira geral, o mercado de trabalho tende a responder de maneira tardia ao ciclo econômico, tanto em momentos de desaceleração quanto de recuperação. Dessa forma, mesmo se a economia brasileira apresentar alguma reação ao longo deste ano, o desemprego deve demorar para recuar. Na semana passada, Organização Internacional do Trabalho (OIT) previu que o cenário de deterioração do mercado de trabalho continuará neste ano, com o Brasil perdendo 1,2 milhão de vagas, ou o equivalente a cerca de um terço dos empregos que devem ser perdidos no mundo todo.
fonte:dci.com.br







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