featured-slider

65.jpg

This is default featured slide 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

19 janeiro, 2017

Campanha sobre crianças transexuais gera revolta: “Há meninas com pênis e meninos com vaginas”

Desenhos de crianças nuas com genitálias expostas foram colocados em ônibus e estações de metrô na Espanha. Eles fazem parte de uma campanha contra “discriminação sexual”. Na mensagem, posta abaixo das figuras, lê-se: “Há meninas com pênis e meninos com vagina. É simples assim. A maioria deles sofre diariamente, porque a sociedade não conhece essa realidade”.

Os 150 cartazes com o desenho de quatro crianças nuas e sorrindo ficaram expostos entre 10 e 16 de janeiro. Eles foram espalhados em ônibus e estações de metrô nas comunidades autônomas (Estados) do norte da Espanha: País Basco e Navarra.

A promoção foi da organização Chrysallis, que reúne famílias de menores transexuais. Eles dizem que pretendiam dar visibilidade à situação e combater o preconceito contra essas crianças.

Professor Cria Curso Online p/ Bacharel Livre em Teologia com VÍDEO AULAS

A reação do público foi negativa. Alguns cartazes foram rasgados e sobre outros foram desenhados um pênis e uma vagina para “corrigir” o desenho. Beatriz Sever, porta-voz da Chrysallis, justifica:  “Só um grupo bem pequeno da sociedade rejeitou a campanha. Não tem nada de ofensiva. São corpos de crianças, é parte da natureza”.

Porém, grupos cristãos fizeram protestos por causa da imposição da ideologia de gênero. A organização Centro Jurídico Tomás Moro encabeçou um abaixo-assinado digital contra a campanha chamado: “No transporte público, se fomenta a corrupção de menores”. Nos primeiros dias, quase 10 mil assinaturas foram recolhidas e a petição será entregue ao Promotor para Assuntos de Menores do País Basco.

O grupo planeja levar uma denúncia formal à Justiça. Exige também que a Chrysallis esclareça de onde tirou as informações dos cartazes, segundo a qual “a taxa de tentativa de suicídio entre adultos transexuais a quem foi negada sua identidade durante a infância é de 41%”.

O advogado Javier María Perez-Roldón, membro do Centro Jurídico Tomás Moro, faz o alerta que a campanha é “ilegal e enganosa”.  Relatou à BBC que o grupo que ele representa considera “inadmissível a hipersexualização da conduta de menores mediante campanhas juridicamente inadmissíveis e moralmente reprováveis”.

O pedido encaminhado à Promotoria é que os cartazes sejam retirados, além de investigar e punir “os responsáveis pela corrupção de menores”.

fonte:gospelprime.com.br

Presos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, maior presídio do Rio Grande do Norte, entraram em batalha campal na manhã desta quinta-feira (19). Após subirem em telhados dos pavilhões, membros de duas facções partiram para o confronto. Pedras, barras de ferro e vigas de madeira são arremeçadas de um lado a outro. Há informação de feridos. A Polícia Militar está na área externa da unidade. Do alto das guaritas, policiais fazem disparos na tentativa de conter a confusão.

O repórter Ítalo Di Lucena, da Inter TV Cabugi, está na área externa de Alcaçuz. Ele informa que há fumaça na parte interna, barulhos de tiros e de quebra-quebra no local. Por volta das 11h30  o helicóptero Potiguar I, da secretaria de Segurança Pública do estado, chegou ao local para auxiliar na operação. É possível ver detentos aparentemente feridos sendo transportados em carrinhos de carga.

Na quarta-feira (18), 220 membros da facção criminosa Sindicato do RN foram retirados de Alcaçuz, para evitar o confronto com presos do Primeiro Comando da Capital (PCC) que estão no presídio. Ainda há, entretanto, membros do Sindicato no local, além de detentos que não são ligados a nenhuma facção. No total, há cerca de 900 detentos em Alcaçuz.

No último fim de semana, presos do PCC invadiram a área onde ficam os integrantes do Sindicato do RN. No confronto, 26 detentos morreram.
Desde a última terça-feira (17), a prisão se tornou um verdadeiro cenário de guerra. As duas facções estão divididas no espaço que liga os pavilhões. Do lado esquerdo, perto do pavilhão 4, estão os integrantes do Sindicato do RN e, do lado direito, os do PCC. Armados com barras de ferro, paus e pedras, eles montaram barricadas com grades, chapas de ferro dos portões, armários e colchões.


A Secretaria de Segurança Pública e Defesa do Rio Grande do Norte (Sesed) tem mantido contato com lideranças do PCC para tentar retomar nesta semana o controle da penitenciária.
Inaugurada em 1998 com foco na "humanização", a penitenciária de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, está sem grades nas celas desde uma rebelião em março de 2015. Resultado: os presos circulam livremente e os agentes penitenciários se limitam a ficar próximos à portaria.

"É possível confronto? É possível confronto porque temos 1.500 presos lá dentro e a polícia vem fazendo a separação desses presos", disse nesta terça-feira (17) Wallber Virgolino, secretário da Justiça e Cidadania (Sejuc) do Rio Grande do Norte. O complexo, no município de Nísia Floresta, na Grande Natal, tem capacidade para 620 presos.

Matanças

O Rio Grande do Norte foi o terceiro estado a registrar matanças em presídios deste ano no país. Na virada do ano, 56 presos morreram no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus. Outros oito detentos foram mortos nos dias seguintes no Amazonas: 4 na Unidade Prisional Puraquequara (UPP) e 4 na Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoal. No dia 6, 33 foram mortos na Penitenciária Agrícola Monte Cristo (Pamc), em Roraima.

O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, classifica o massacre em Alcaçuz como "retaliação" ao que ocorreu em Manaus, onde presos supostamente filiados ao PCC foram mortos por integrantes de uma outra facção do Norte do país.

“Até hoje, nunca tinha havido um confronto dentro dos presídios entre PCC e Sindicato do Crime RN. Virou uma guerra. Começou no Amazonas, isso é uma retaliação. Essa briga não é do RN, é uma retaliação do que aconteceu no Amazonas, é uma vingança ao caso do Amazonas e aconteceu no meu estado, infelizmente”, lamentou o governador.

Na terça-feira (17), o governo federal anunciou que o presidente Michel Temer decidiu colocar as Forças Armadas à disposição dos governadores para operações específicas em presídios. O anúncio foi feito após reunião de Temer com representantes de órgãos de inteligência federal e ministros para discutir ações contra a violência nos presídios brasileiros e contra o crime organizado. Ainda nesta quarta (18), o governador Robinson Faria formalizou o pedido de auxílio.

Segundo o governo federal, as Forças Armadas irão entrar nos presídios para fazer inspeções de rotina e buscar materiais proibidos. A ida de militares para os estados dependerá do aval dos governadores.

“Haverá inspeções rotineiras dos presídios com vistas à detecção e à apreensão de materiais proibidos naquelas instalações. Essa operação visa a restaurar a normalidade e os padrões básicos de segurança dos estabelecimentos carcerários brasileiros”, disse o porta-voz da presidência, Alexandre Parola.

Rebelião

Segundo o secretário de Justiça e Cidadania (Sejuc), Wallber Virgolino, a rebelião em Alcaçuz começou na tarde do sábado (13) logo após o horário de visita. O secretário disse que os presos do pavilhão 5, que abriga integrantes do PCC, usando armas brancas, quebraram parte de um muro e invadiram o pavilhão 4, onde há presos que integram o Sindicato RN.

Na segunda-feira, os presos amanheceram em cima dos telhados dos pavilhões com paus, pedras e facas nas mãos, além de bandeiras com as siglas de facções criminosas. A Sejuc nega que a rebelião tenha sido retomada. Por volta das 11h50 a Polícia Militar entrou na área dos pavilhões e os detentos desceram dos telhados.

Na terça (17) os presos voltaram a se rebelar. A Polícia Militar usou bombas de efeito moral e armas com munição não letal para conter os detentos. Eles seguem soltos dentro da unidade prisional, mas não há confronto entre as duas facções.

Além dos 26 mortos, o governo do estado confirmou que existe a suspeita de que haja mais corpos dentro da unidade e que o Corpo de Bombeiros fará a busca dentro da fossa. Oito corpos haviam sido identificados até a última atualização desta reportagem.

- See more at: http://www.24horasnews.com.br/noticias/ver/presos-de-alcacuz-entram-em-batalha-campal-ha-feridos.html#sthash.uPPTOREd.dpuf

Presos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, maior presídio do Rio Grande do Norte, entraram em batalha campal na manhã desta quinta-feira (19). Após subirem em telhados dos pavilhões, membros de duas facções partiram para o confronto. Pedras, barras de ferro e vigas de madeira são arremeçadas de um lado a outro. Há informação de feridos. A Polícia Militar está na área externa da unidade. Do alto das guaritas, policiais fazem disparos na tentativa de conter a confusão.

O repórter Ítalo Di Lucena, da Inter TV Cabugi, está na área externa de Alcaçuz. Ele informa que há fumaça na parte interna, barulhos de tiros e de quebra-quebra no local. Por volta das 11h30  o helicóptero Potiguar I, da secretaria de Segurança Pública do estado, chegou ao local para auxiliar na operação. É possível ver detentos aparentemente feridos sendo transportados em carrinhos de carga.

Na quarta-feira (18), 220 membros da facção criminosa Sindicato do RN foram retirados de Alcaçuz, para evitar o confronto com presos do Primeiro Comando da Capital (PCC) que estão no presídio. Ainda há, entretanto, membros do Sindicato no local, além de detentos que não são ligados a nenhuma facção. No total, há cerca de 900 detentos em Alcaçuz.

No último fim de semana, presos do PCC invadiram a área onde ficam os integrantes do Sindicato do RN. No confronto, 26 detentos morreram.
Desde a última terça-feira (17), a prisão se tornou um verdadeiro cenário de guerra. As duas facções estão divididas no espaço que liga os pavilhões. Do lado esquerdo, perto do pavilhão 4, estão os integrantes do Sindicato do RN e, do lado direito, os do PCC. Armados com barras de ferro, paus e pedras, eles montaram barricadas com grades, chapas de ferro dos portões, armários e colchões.


A Secretaria de Segurança Pública e Defesa do Rio Grande do Norte (Sesed) tem mantido contato com lideranças do PCC para tentar retomar nesta semana o controle da penitenciária.
Inaugurada em 1998 com foco na "humanização", a penitenciária de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, está sem grades nas celas desde uma rebelião em março de 2015. Resultado: os presos circulam livremente e os agentes penitenciários se limitam a ficar próximos à portaria.

"É possível confronto? É possível confronto porque temos 1.500 presos lá dentro e a polícia vem fazendo a separação desses presos", disse nesta terça-feira (17) Wallber Virgolino, secretário da Justiça e Cidadania (Sejuc) do Rio Grande do Norte. O complexo, no município de Nísia Floresta, na Grande Natal, tem capacidade para 620 presos.

Matanças

O Rio Grande do Norte foi o terceiro estado a registrar matanças em presídios deste ano no país. Na virada do ano, 56 presos morreram no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus. Outros oito detentos foram mortos nos dias seguintes no Amazonas: 4 na Unidade Prisional Puraquequara (UPP) e 4 na Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoal. No dia 6, 33 foram mortos na Penitenciária Agrícola Monte Cristo (Pamc), em Roraima.

O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, classifica o massacre em Alcaçuz como "retaliação" ao que ocorreu em Manaus, onde presos supostamente filiados ao PCC foram mortos por integrantes de uma outra facção do Norte do país.

“Até hoje, nunca tinha havido um confronto dentro dos presídios entre PCC e Sindicato do Crime RN. Virou uma guerra. Começou no Amazonas, isso é uma retaliação. Essa briga não é do RN, é uma retaliação do que aconteceu no Amazonas, é uma vingança ao caso do Amazonas e aconteceu no meu estado, infelizmente”, lamentou o governador.

Na terça-feira (17), o governo federal anunciou que o presidente Michel Temer decidiu colocar as Forças Armadas à disposição dos governadores para operações específicas em presídios. O anúncio foi feito após reunião de Temer com representantes de órgãos de inteligência federal e ministros para discutir ações contra a violência nos presídios brasileiros e contra o crime organizado. Ainda nesta quarta (18), o governador Robinson Faria formalizou o pedido de auxílio.

Segundo o governo federal, as Forças Armadas irão entrar nos presídios para fazer inspeções de rotina e buscar materiais proibidos. A ida de militares para os estados dependerá do aval dos governadores.

“Haverá inspeções rotineiras dos presídios com vistas à detecção e à apreensão de materiais proibidos naquelas instalações. Essa operação visa a restaurar a normalidade e os padrões básicos de segurança dos estabelecimentos carcerários brasileiros”, disse o porta-voz da presidência, Alexandre Parola.

Rebelião

Segundo o secretário de Justiça e Cidadania (Sejuc), Wallber Virgolino, a rebelião em Alcaçuz começou na tarde do sábado (13) logo após o horário de visita. O secretário disse que os presos do pavilhão 5, que abriga integrantes do PCC, usando armas brancas, quebraram parte de um muro e invadiram o pavilhão 4, onde há presos que integram o Sindicato RN.

Na segunda-feira, os presos amanheceram em cima dos telhados dos pavilhões com paus, pedras e facas nas mãos, além de bandeiras com as siglas de facções criminosas. A Sejuc nega que a rebelião tenha sido retomada. Por volta das 11h50 a Polícia Militar entrou na área dos pavilhões e os detentos desceram dos telhados.

Na terça (17) os presos voltaram a se rebelar. A Polícia Militar usou bombas de efeito moral e armas com munição não letal para conter os detentos. Eles seguem soltos dentro da unidade prisional, mas não há confronto entre as duas facções.

Além dos 26 mortos, o governo do estado confirmou que existe a suspeita de que haja mais corpos dentro da unidade e que o Corpo de Bombeiros fará a busca dentro da fossa. Oito corpos haviam sido identificados até a última atualização desta reportagem.

- See more at: http://www.24horasnews.com.br/noticias/ver/presos-de-alcacuz-entram-em-batalha-campal-ha-feridos.html#sthash.uPPTOREd.dpuf

Janot lamenta morte de Teori: 'Contribuição inegável ao Estado de Direito' Comente

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, publicou nota de pesar na tarde desta quinta (19) após o anúncio da morte do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki. Janot enalteceu a atuação de Teori na Operação Lava Jato, da qual o ministro era o relator no Supremo.

Segundo comunicado divulgado pela PGR (Procuradoria-Geral da República), Janot afirma que Zavascki honrou o papel de magistrado, ao atuar de forma ética, isenta, discreta e extremamente técnica durante toda sua carreira. Na relatoria da Operação Lava Jato no STF, o ministro não hesitou em adotar medidas inéditas para a Suprema Corte, a pedido do Ministério Público Federal.

"É inegável e inquestionável a grande contribuição que o ministro Teori Zavascki deu ao Estado Democrático de Direito Brasileiro a partir de sua atuação como magistrado", disse Janot.

 Segundo o STF, o presidente Michel Temer e a ministra Cármen Lúcia, presidente da Corte, já foram informados do acidente. Segundo a assessoria de imprensa do STF, Cármen Lúcia está retornando à sede do tribunal. Ainda não há informações sobre se ela irá ao Rio de Janeiro acompanhar os desdobramentos do acidente.

Segundo o vice-líder do governo no Senado, José Medeiros (PSD-MT), que estava ao lado do presidente Michel Temer quando ele foi informado sobre o acidente, a reação do peemedebista foi "de consternação" ao ouvir que o ministro do Supremo estaria na lista de passageiros.

"Ele disse apenas um 'meu Deus' quando ouviu e já pediu, em seguida, que o comando da Aeronáutica tomasse pé da situação. Ficou consternado, mudou mesmo o semblante porque ficou muito impactado com a notícia –além de Teori ser muito respeitado no meio jurídico, o próprio Temer o conhecia desse meio", disse Medeiros.

O que se sabe sobre o acidente

O Corpo de Bombeiros disse que chovia muito no local do acidente. Bombeiros afirmaram que tinham conseguido visualizar três vítimas presas no avião, que se encontrava submerso, sem identificá-las.

Segundo a assessoria de imprensa da FAB (Força Aérea Brasileira), o avião de modelo Beechcraft C90GT, prefixo PR-SOM, saiu do aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, às 13h (horário de Brasília). De acordo com funcionários do aeroporto de Paraty, a aeronave caiu no mar por volta das 13h30, momento em que chovia na região.

Nem a FAB nem os Bombeiros informaram sobre quantas pessoas estavam a bordo e sobre o estado de saúde das mesmas.

Segundo informações disponíveis no site da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o Beechcraft C90GT tem capacidade para sete passageiros, além do piloto. É um avião bimotor turboélice fabricado pela Hawker Beechcraft. A aeronave PR-SOM está registrada em nome da Emiliano Empreendimentos e Participações Hoteleiras Limitada.

De acordo com a FAB, uma equipe do Seripa-3 (Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) está a caminho de Paraty para iniciar a investigação sobre o acidente.

Segundo a Marinha, 50 militares e três embarcações estavam envolvidos nas buscas, além da equipe do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro e de barcos pesqueiros.

Lava Jato

Teori Zavascki tinha 68 anos de idade. Nascido em Faxinal dos Guedes, em Santa Catarina, ele se formou em Direito pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) em 1972. Teori foi ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) entre 2003 e 2012. Em novembro de 2012, ele tomou posse como ministro do STF após a indicação da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Teori era o relator da Lava Jato no Supremo e estava prevista para fevereiro a homologação dos acordos de delação da Odebrecht.

Investigadores da Lava Jato trabalhavam com a previsão de que todo o conteúdo das 77 delações da empreiteira Odebrecht, considerada a maior delação do esquema, seja tornado público na primeira quinzena de fevereiro. A expectativa de investigadores era de que o ministro retirasse o sigilo dos cerca de 900 depoimentos tão logo as delações sejam homologadas. Isso estava previsto para ocorrer após o fim do recesso do Judiciário, nos primeiros dias de fevereiro.

fonte:uol.com.br

Carro sai da pista, capota e deixa um morto e um ferido na BR-285, no RS

Um homem morreu e uma mulher ficou ferida em um acidente ocorrido na BR-285, em Santa Bárbara do Sul, no Noroeste do Rio Grande do Sul, na madrugada desta quinta-feira (19).

Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o carro, com placas de Curitiba, Paraná, saiu da pista e capotou pouco depois da 0h, na altura do km 394.

O motorista, de 37 anos, morreu no local, e a passageiras, de 64 anos, ficou ferida e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e SAMU, em estado de choque. Ela é mãe do condutor do veículo e foi levada para o Hospital de Panambi.

Um levantamento preliminar realizado pela PRF levantou a hipótese de que o acidente possa ter ocorrido por falha mecânica.

Uma pessoa morreu e outra ficou ferido após o acidente (Foto: PRF/Divulgação)Uma pessoa morreu e outra ficou ferido após o acidente (Foto: PRF/Divulgação)
 

Prédio de 15 andares em Teerã desaba após incêndio 3

Um edifício de 15 andares desabou após um incêndio nesta quinta-feira (19) em Teerã. Dezenas de pessoas ficaram feridas e muitos bombeiros estão desaparecidos após o desabamento

Segundo o chefe de serviços de emergência, Pir Hossein Koolivand, havia "70 feridos, incluindo 23 hospitalizados" por causa do desabamento.

A TV iraniana afirmou que vários bombeiros trabalhavam no momento do desabamento. "Acredito que haja de 40 a 50 pessoas" sob os escombros, disse Ali, um bombeiro que participa na limpeza da estrutura destruída.

Os bombeiros tentam resgatar seus companheiros que ficaram presos entre os escombros, segundo a agência semioficial "Tasnim". 

Mais cedo, a imprensa oficial iraniana chegou a indicar que cerca de 30 bombeiros haviam morrido.

Também não foram determinadas as causas do fogo, que provocou primeiro a queda do muro norte do edifício, cujo acesso a seus arredores está fechado pela polícia.

O prédio, construído no início dos anos 1960, era um dos mais altos da capital iraniana e abrigava um centro comercial.

O centro comercial Plasco, que abrigava lojas e oficinas de confecção, ficava na avenida Yumhuri, uma das principais do centro de Teerã.

Vahid Salemi/ AP

Bombeiros trabalham no incêndio de um edifício no centro de Teerã, no Irã

A polícia evacuou o bairro no qual o edifício se encontra por medo de explosões provocadas por vazamentos de gás, segundo a agência de notícias AFP.

"Havíamos advertido várias vezes os responsáveis do edifício" de que não era seguro, disse um porta-voz dos bombeiros, Jalal Maleki, lamentando que não tenham levado em conta as advertências.

Ele cita ainda a quantidade de roupas armazenadas nas escadas, "o que é contrário às normas de segurança".

O incêndio teve início no início da manhã, no horário local, e durou quatro horas. Foi declarado no nono andar e se propagou até o décimo-quinto, segundo os bombeiros.

Antes do desabamento, a televisão divulgou imagens nas quais enormes chamas saíam dos últimos andares.

O edifício foi construído pelo empresário judeu Habibollah Elghanian, que, depois da revolução islâmica de 1979, foi condenado à morte e executado por seus supostos vínculos com Israel.

fonte:uol.com.br