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17 janeiro, 2017

Primeiro-ministro de Israel recebeu profecia de pastor



Benjamin Netanyahu tem sido vítima de uma série de críticas por não ceder às pressões internacionais que desejam impedir novos assentamentos na Judeia e Samaria. Com o número crescente de judeus voltando para Israel a cada ano, a necessidade de novos locais de moradia continuam crescendo e os palestinos não ocuparam essas terras.

Após a reunião de Paris, onde representantes de 70 países assinaram um documento pedindo pela retomada das negociações de paz com os palestinos, a imprensa internacional reconheceu que o poder político de Netanyahu continua em alta, apesar da campanha contínua contra ele feita por Obama.

Esta semana, um vídeo gravado no ano passado voltou a ser notícia. O pastor Jonathan Cahn, um rabino messiânico conhecido pelo seu estudo das profecias referentes a Israel foi entrevistado no programa do pastor Jim Bakker Show, exibido na TV a cabo americana e pela internet.

Benjamin Netanyahu tem sido vítima de uma série de críticas por não ceder às pressões internacionais que desejam impedir novos assentamentos na Judeia e Samaria. Com o número crescente de judeus voltando para Israel a cada ano, a necessidade de novos locais de moradia continuam crescendo e os palestinos não ocuparam essas terras.

Após a reunião de Paris, onde representantes de 70 países assinaram um documento pedindo pela retomada das negociações de paz com os palestinos, a imprensa internacional reconheceu que o poder político de Netanyahu continua em alta, apesar da campanha contínua contra ele feita por Obama.

Esta semana, um vídeo gravado no ano passado voltou a ser notícia. O pastor Jonathan Cahn, um rabino messiânico conhecido pelo seu estudo das profecias referentes a Israel foi entrevistado no programa do pastor Jim Bakker Show, exibido na TV a cabo americana e pela internet.

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Cahn contou que durante seu primeiro mandato, entre 1996 e 1998, Netanyahu, que sempre foi amigo dos evangélicos, recebeu uma profecia do pastor africano Robert Mawire durante uma visita aos EUA. O aviso, que seria da parte de Deus, era para que ele não cedesse nenhuma parte da Terra Santa. Se o fizesse, Deus o tiraria da sua posição de liderança.

Segundo o pastor Cahn, o primeiro-ministro riu e não levou a sério. Na época, o então presidente Bill Clinton pressionou Netanyahu a entregar algumas porções de terra para o líder da OLP, Yasser Arafat. Pouco tempo depois, o governo de Benjamin enfrentou sérios problemas e ele foi afastado do poder antes do término de seu mandato.

Uma das pessoas que testemunhou a profecia foi Ariel Sharon, que mais tarde se tornaria primeiro-ministro e também cedeu terreno aos palestinos em nome da paz, que nunca veio, e perdeu o cargo.

Anos mais tarde, Netanyahu visitou os EUA novamente e encontrou-se com o mesmo pastor, que lhe disse: “Eu tenho outra palavra”. Desta vez, o político israelense teria levado a sério as palavras do líder cristão. A mensagem entregue foi: “Você voltará a ser primeiro-ministro de Israel. Se você honrar o seu pacto que fiz com Abraão, Isque e Jacó, em relação a Israel, vou honrá-lo e exaltá-lo. Mas se você ignorar a sua aliança e entregar a sua terra, vou desonrar você”.

Além disso, alertou que Netanyahu seria premiê novamente “em um momento crítico da história” e seria sob seu governo que Deus iria restaurar “o tabernáculo de Davi”, numa referência ao Terceiro Templo.

Empossado primeiro-ministro novamente em 2009, o fato é que Benjamin Netanyahu nunca mais cedeu território judeu. Ele já entrou para a história de Israel como a pessoa a ocupar o cargo por mais tempo. Oficialmente ele nunca falou sobre essa profecia, mas seu governo já reiterou que continuará realizando assentamentos e que não abriria mão de “uma polegada sequer” da terra dada a eles por Deus.

Sua proximidade com Donald Trump fez com que ele declarasse nos últimos dias que Israel está prestes a viver um novo tempo, apesar de toda a pressão internacional para que a Palestina seja reconhecida como uma nação independente.

Se isso ocorrer, Jerusalém Oriental seria declarada capital dos palestinos. As decisões recentes da ONU, rejeitadas por Israel, forçariam os judeus a entregar definitivamente o monte do Templo à Autoridade Palestina, o que para muitos especialistas marcaria o início de uma nova guerra.

Assista na íntegra o programa:

 

fonte:gospelprime.com.br

Presos voltam a se rebelar na maior penitenciária do RN

Presos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, voltaram a se rebelar nesta terça-feira (17). A informação foi confirmada pelo Comando da Guarda da unidade prisional. Os presos dos pavilhões 1, 2, 3 e 4 tentam invadir o pavilhão 5. Eles estão armados com paus, barras de ferro, pedras e facas. A PM tenta conter a situação com bombas de efeito moral e tiros de arma não letal. "A situação é muito tensa", disse o major Wellington Camilo, do Comando da Guarda Penitenciária.

A Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc) confirmou há um novo confronto na unidade. Há gritaria e os presos do Sindicato do Crime e do PCC montaram barricadas. Viaturas da Força Nacional fazem o patrulhamento dos arredores do presídio para tentar impedir fugas.

Por volta das 11h55 foram ouvidos muito tiros dentro da unidade. Ainda não se sabe se foram tiros com munição não letal. às 12h40 os presos levaram outros dois detentos, provavelmente feridos, com carrinhos de mão para a área administrativa do presídio.

As duas facções estão divididas no espaço que liga os pavilhões. Do lado esquerdo, perto do pavilhão 4, estão os integrantes do Sindicato do RN e do lado direito, os do PCC. Eles montaram barricadas com grades, chapas de ferro dos portões, armários e colchões.

No último fim de semana uma rebelião de mais de 14 horas em Alcaçuz deixou 26 mortos. Cinco presos identificados como chefes da facção que comandou o massacre do fim de semana foram retirados de Alcaçuz para prestar depoimento e serão transferidos para outros presídios. Nesta terça (17) o governador Robinson Faria disse, em Brasília, que a situação estava sob controle.

Rebelião
Segundo o secretário de Justiça e Cidadania (Sejuc), Wallber Virgolino, a rebelião em Alcaçuz começou na tarde do sábado logo após o horário de visita. O secretário disse que os presos do pavilhão 5, que abriga integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), usando armas brancas, quebraram parte de um muro e invadiram o pavilhão 4, onde há presos que integram o Sindicato do Crime, facção criminosa rival do PCC. A rebelião foi controlada na manhã de domingo (15). Ainda de acordo com Virgolino, todos os 26 mortos são do Sindicato.

Na segunda-feira, os presos amanheceram em cima dos telhados dos pavilhões com paus, pedras e facas nas mãos, além de bandeiras com as siglas de facções criminosas. A Sejuc nega que a rebelião tenha sido retomada, mas diz que a situação é tensa dentro da unidade. Por volta das 11h50 a Polícia Militar entrou na área dos pavilhões e os detentos desceram dos telhados.

Além dos 26 mortos, o governo do estado confirmou que existe a suspeita de que haja mais corpos dentro da unidade e que o Corpo de Bombeiros fará a busca dentro da fossa. Um carro da Companhia de Águas e Esgotos do RN (Caern) chegou ao local por volta das 11h para esvaziar a fossa.

PM e GOE entraram na unidade prisional nesta segunda para tentar retomar o controle (Foto: Josemar Gonçalves/Reuters)PM e GOE entraram na unidade prisional nesta segunda para tentar retomar o controle (Foto: Josemar Gonçalves/Reuters)
Calamidade pública

O sistema penitenciário potiguar entrou em calamidade pública no mesmo mês, em março de 2015. Na ocasião, foram gastos mais de R$ 7 milhões para recuperar 14 presídios depredados durante motins, mas as melhorias foram novamente destruídas. Atualmente, em várias unidades as celas não possuem grades e os presos circulam livremente dentro dos pavilhões.

Segundo a Secretaria de Justiça e da Cidadania (Sejuc), órgão responsável pelo sistema prisional do estado, o Rio Grande do Norte possui 33 unidades prisionais, que oferecem 3,5 mil vagas, mas a população carcerária é de 8 mil presos - ou seja, o déficit é de 4,5 mil vagas.

Acre e Amazonas
Na quinta-feira (12), presos apontados pelos setores de inteligência do Acre e do Amazonas como líderes de facções criminosas chegaram à penitenciária federal de Mossoró, na região oeste do Rio Grande do Norte. Ao todo, foram 19 detentos que foram trazidos em uma operação especial para o presídio potiguar - 14 do Acre e 5 do Amazonas.


fonte:g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte