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07 janeiro, 2017

Brasília recebe exposição sobre 30 anos da arte urbana


Lembro que o Alex Vallauri escrevia ‘Diretas Já’ e o Mauricio Villaça chegou a pintar uma Salomé dançando com a cabeça de Sarney em suas mãos”, conta o artista Ozéas Duarte, mais conhecido como Ozi. O pioneiro do grafitti e da arte urbana no Brasil traz uma retrospectiva de seu trabalho para Brasília na exposição “Ozi – 30 anos de arte urbana no Brasil”.

A mostra será inaugurada na terça-feira (10), às 18h na Caixa Cultural. Na abertura haverá uma conversa com Ozi e o curador Marco Antonio Teobaldo. A exposição ficará no Distrito Federal até 26 de fevereiro.

“Ozi – 30 anos de arte urbana no Brasil” recupera o início da carreira de Ozéas e outros pioneiros do grafitti. “No meu começo eram poucos malucos que iam para a rua e tudo tinha que ser rápido, então nem sempre era com qualidade”, relata Ozi.

Segundo ele, o trabalho que antes era feito de madrugada passou aos poucos a ser feito durante o dia e aí aconteceu a grande virada, porque outros artistas começaram a ir para as ruas pintar também.
 
O paulistano Ozéas Duarte fez parte da primeira geração do graffiti brasileiro. Suas primeiras intervenções urbanas foram 1985. “Eu comecei no final da ditadura. Tínhamos restrição de liberdade, censura e muita patrulha ideológica e claro, a polícia feroz do Maluf, a temida Rota”.

Para o artista a grande diferença da época para os dias de hoje é a quantidade de trabalhos feitos com qualidade tanto nos temas como nas técnicas. Mais do que isso, segundo ele, outro ponto importante é a aceitação da sociedade. Ele chama São Paulo de “Meca do grafitti” e diz que deve ser a cidade mais pintada do mundo, mesmo que boa parte do que é feito ainda seja ilegal.

Na exposição, o visitante tem acesso a um grande acervo de imagens dos jovens artistas que começaram com Ozi. Mensagens de protesto misturando ‘pixo’ e desenho, “numa época em que estava proibido criticar o governo”, diz o curador Marco Antonio Teobaldo. Ele explica que o conceito da mostra nasceu justamente na ideia de traçar um percurso da obra de Ozi conectando com as outras produções pioneiras e importantes do grafitti brasileiro. “Foi um trabalho realizado nas ruas e que ganha força nas periferias, assim como ocorreu com todo movimento da Streert Art”.
Ozi 1986 (Foto: Arquivo pessoal)
 
Teobaldo conta que trazer a exposição para Brasília tem ainda um aspecto peculiar, porque essa é uma cidade planejada, tombada e, segundo ele, teoricamente avessa a qualquer tipo de intervenção espontânea. “O artista urbano em Brasília tem vários desafios a mais”, diz. Para ele, mesmo diante desse diferencial da cidade, temos aqui grandes artistas “mas novamente vemos que é nas periferias que encontramos a força destas mensagens. Levar arte para uma população que tem sido sistematicamente massacrada pelo sistema não é para qualquer um.”

Reconhecimento

Depois de mais de 30 anos produzindo e vivendo da arte, Ozi diz que atualmente o Brasil é um dos grandes celeiros da arte urbana no mundo. O processo de reconhecimento também é mais rápido, mas “o cara tem que mostrar ao que veio senão é mais um pintando muros e paredes, repetindo fórmulas.”
Apesar do respeito que os brasileiros conquistaram, de acordo com Ozi ainda falta muito. Ele relata que várias galerias não sabem lidar e não respeitam o artista urbano. O trabalho é mal remunerado. No exterior, ele conta que existe mais respeito e existe um mercado específico de arte urbana, com galerias, museus e grandes festivais que promovem os artistas e a modalidade.
“Aqui ainda falta conhecimento e a cultura do que é de fato a arte urbana. O graffiti é uma contravenção que acho que vai demorar mais um pouco para ser respeitado e entendido como uma arte importante”, afirma Ozi.

Exposição

A mostra está dividida em quatro segmentos: rua, arte fina, matrizes e bio. Em rua estão expostas as obras de grandes dimensões, trazendo a linguagem utilizada pelo artista nas intervenções em espaços públicos. Arte fina são as obras criadas em suportes variados, telas emolduradas, madeiras, objetos de uso doméstico, latas de spray e outros objetos que formam uma coleção de pinturas, esculturas e assemblages.
Em matrizes será exibido um conjunto de máscaras de estêncil dos trabalhos mais emblemáticos da carreira de Ozi, feitas entre 1985 e 2014. Por fim em bio, vídeos reúnem depoimentos sobre a história da arte urbana no Brasil.

Oficina para transgêneros

Oficina de estêncil para transgêneros (Foto: Marco Antonio Teobaldo/Divulgação)
Oficina de estêncil para transgêneros (Foto: Marco Antonio Teobaldo/Divulgação)
Antes da abertura da exposição em Brasília, Ozi e sua equipe decidiram inovar e organizaram uma oficina de estêncil para o público transgênero. Foram selecionados 18 participantes indicados pelas organizações Creas da Diversidade, Instituto Brasileiro de Transmasculinidade, Afrobixas, Anav Trans DF, Diretoria da Universidade de Brasília e Grupo Mães pela Diversidade.

“Muito se discute atualmente sobre a questão de gênero em vários segmentos da sociedade, inclusive no graffiti. Gostaria muito de ser um incentivador à inserção de artistas urbanos transgêneros no Brasil”, diz Marco Antonio Teobaldo, curador da exposição. Ele lembra que Alex Vallauri, o primeiro artista brasileiro a fazer intervenções urbanas inseridas no contexto da arte urbana, era homossexual assumido.

A oficina de estêncil abordou questões sobre identidade de gênero e como é possível criar ações afirmativas de combate à transfobia, homofobia e outras formas de preconceito por conta da orientação sexual. A equipe está preparando um mural na fachada da Secretaria de Cultura do Distrito Federal que fica pronto neste domingo (8). O trabalho está sendo construído com os participantes da oficina, Ozi e grafiteiros do DF, entre eles Guga Baygon.

Serviço

Exposição Ozi -30 anos de arte urbana no Brasil
Visitação: de 11 de janeiro a 26 de fevereiro, de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Local: Caixa Cultural Brasília, SBS, Quadra 4
Entrada franca

fonte: Por Graziele Frederico, G1 DF

Assassins Creed


Callum Lynch (Michael Fassbender) descobre que é descendente de um membro da Ordem dos Assassinos e, via memória genética, revive as aventuras do guerreiro Aguilar, seu ancestral espanhol do século XV. Dotado de novos conhecimentos e incríveis habilidades, ele volta aos dias de hoje pronto para enfrentar os Templários. Versão para as telonas do game Assassin´s Creed.










fonte:cinemark.com.br

O surpreendente material que a Nasa quer usar para fazer casas para suas missões em Marte


Uma viagem tripulada a Marte não será como aquela feita à Lua pela Apollo 11 em 1969, quando Neil Armstrong e Edwin Aldrin Jr. ficaram apenas algumas horas no satélite antes de voltar para a Terra.
Ir a esse planeta pode exigir passar meses na sua superfície, em meio a temperaturas extremas e a uma atmosfera que não oferece nenhuma proteção adequada contra a radiação cósmica.

Mas o que poderia proteger os astronautas do ambiente de Marte, ser econômico e leve, além de não transformar os refúgios em cavernas escuras?
Para a Nasa, só há um material que reúne todas essas características: o gelo.
Junto com designers, arquitetos e acadêmicos, especialistas da agência especial americana se reuniram na semana passada em um centro de pesquisas em Langley, no Estado da Virgínia, nos Estados Unidos, para criar um projeto de casa sustentável para astronautas no "Planeta Vermelho".
"Após um dia dedicado a identificar necessidades, objetivos e dificuldades da missão, avaliamos muitas ideias até chegar à casa de gelo como a melhor solução", disse o chefe de engenharia de Langley, Kevin Vipavetz.

Diagrama mostra como será a base em Marte

Translúcido

A "casa de gelo marciana" é um domo inflável coberto por uma camada desse material, o que permite que a estrutura seja leve e fácil de ser armada por robôs antes da chegada da equipe.
Pouco a pouco, os robôs preencherão câmaras com água para formar uma capa capaz de proteger os astronautas.
A água seria extraída de algumas regiões do planeta, que tem reservas hídricas abundantes sob a superfície.
Além disso, ela pode ser convertida em combustível para veículos marcianos e armazenada nesses compartimentos para ser usada pelas equipes seguintes.
Para controlar as temperaturas no interior da base, uma camada de gás de dióxido de carbono será usada para isolar os espaços de convívio da grossa capa congelada - e, assim como a água, esse gás pode ser obtido em Marte.

Design de casa em Marte

Como a água é composta por hidrogênio, ela é um excelente material de proteção contra a intensa radiação cósmica, segundo os especialistas.
Esses raios são um dos maiores perigos que humanos enfrentarão em Marte, porque podem atravessar a pele e as células do corpo, o que eleva o risco de câncer e outras doenças relacionadas à exposição à radiação.
Além disso, uma casa de gelo teria a vantagem de permitir a passagem de luz, o contribuiria para que o relógio biológico dos astronautas não seja afetado.
"Todos os materiais selecionados para a construção dessa estrutura são translúcidos para que eles tenham a sensação de que estão em uma casa, e não em uma caverna", diz o site da Nasa.
Agora, o desafio será extrair do subsolo de Marte a quantidade de água necessária para criar esse escudo gelado. Estima-se que, com os métodos atuais de extração, seria possível preencher completamente as câmaras da casa em 400 dias.
Caso o desenvolvimento de novas técnicas acelere esse processo, o tamanho das casas poderá ser ampliado.


fonte: www.bbc.com



Cinco pessoas são mortas por atirador nos Estados Unidos


Cinco pessoas foram mortas por um atirador no aeroporto de Fort Lauderdale, na Flórida, segundo autoridades.

O tiroteio ocorreu na área de retirada de bagagens do terminal 2, logo antes das 13h (16h em Brasília).

Além dos cinco mortos, oito pessoas foram feridas, e o suspeito de cometer os crimes foi preso.

Centenas de pessoas acompanharam a movimentação de policiais e médicos envolvidos no socorro.

Autoridades de segurança locais afirmaram que o atirador chegou ao aeroporto em um voo vindo do Alasca. A arma estava na bagagem despachada.

"Ele retirou sua bagagem, pegou a arma e foi para o banheiro a fim de carregá-la. Saiu então atirando nas pessoas na área de devolução de bagagens", escreveu no Facebook um dos policiais responsáveis pelo caso, Chip LaMarca

Uma das primeiras informações sobre o caso vieram do ex-secretário de imprensa da Casa Branca Ari Fleisher, que afirmou no Twitter: "Estou no aeroporto de Fort Lauderdale. Tiros foram disparados. Todos estão correndo".

Aeroporto de Fort Lauderdale

"Estamos investigando todas as possibilidades. Não descartamos a relação com o terrorismo, estamos perseguindo todos os ângulos para entender qual foi a motivação que ele teve para o ataque", explicou o agente do FBI George Piro aos jornalistas.

Suspeito preso

Segundo a polícia, um homem foi preso como principal suspeito de ser o autor dos disparos. Ele se chama Esteban Santiago, teria 26 anos e seria veterano de guerra do Iraque, de acordo com as informações oficiais.
Ele foi rendido pela polícia quando sua munição acabou, conforme relataram testemunhas. Uma delas, John Schlicher, disse a uma TV americana que o atirador era "um homem magro" e estaria usando uma camiseta do filme Guerra nas Estrelas.

Santiago

O suspeito seria um antigo membro da Guarda Nacional de Porto Rico e do Alasca e serviu o Exército americano no Iraque de abril de 2010 a fevereiro de 2011 - ele finalizou seus serviços militares em agosto de 2016, segundo o Pentágono.
Piro contou que Santiago havia aparecido no FBI em sua cidade de origem, Anchorage, no Alasca, em novembro passado com um comportamento estranho. Os agentes o ecaminharam, então, para uma clínica médica para avaliação mental.
Um oficial disse à agência de notícias AP que Santiago teria dito ao FBI naquela época que o governo americano estava controlando sua mente e o obrigando a assistir a vídeos do grupo que se autodenomina Estado Islâmico.

Trump

Voos destinados ao aeroporto de Fort Lauderdale foram desviados e as decolagens foram suspensas.
O presidente eleito Donald Trump afirmou no Twitter que está "monitorando a terrível situação na Flórida". Ele disse também que falou com o governador da Flórida.
"Meus sentimentos e orações a todos. Fiquem bem!", escreveu ele.
Fort Lauderdale é um movimentado centro de turismo próximo de Miami.

fonte: www.bbc.com






Austrália registra em novembro 1º superávit comercial desde início de 2014



Sydney - A Austrália registrou em novembro seu primeiro superávit comercial desde o início de 2014, uma vez que a alta global dos preços das commodities ajudou a impulsionar as exportações do país.
Em novembro, o superávit com ajustes sazonais ficou em 1,24 bilhão de dólares australianos (US$ 911 milhões). O resultado surpreendeu analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que previam um déficit de 550 milhões de dólares australianos na balança comercial.
Dados do Escritório Australiano de Estatísticas também mostraram que as exportações subiram 8% em novembro ante o mês anterior, graças ao avanço nos preços do minério de ferro e do carvão.
O déficit comercial que a Austrália exibia anteriormente já vinha diminuindo em meses recentes, diante do bom desempenho das commodities.

Fonte: Dow Jones Newswires.

Saque de FGTS inativo começa em fevereiro

Os trabalhadores com saldo nas contas inativas do FGTS que fazem aniversário em janeiro já devem começar a sacar os recursos em fevereiro. O cronograma de pagamento será fechado pela Caixa Econômica Federal nas próximas semanas, mas a orientação do governo é que todos os cotistas recebam o dinheiro no prazo máximo de um ano, para que a medida surta efeito na economia.
Dessa forma, quem nasceu em fevereiro receberá em março, e assim sucessivamente. Os meses também poderão ser agrupados para encurtar o prazo, disse um técnico envolvido nas discussões.
A Caixa estuda creditar diretamente os valores para os trabalhadores que têm conta no banco. A ideia é acionar também os correspondentes bancários, como as lotéricas, para ajudar no pagamento, no caso de saldos de menor valor.
Também se cogita a possibilidade de os trabalhadores serem informados por telefone (SMS) ou e-mail sobre o valor a que terão direito e a data do saque ou crédito na conta corrente. Para isso, a Caixa está fazendo um amplo trabalho no banco de dados, a fim de atualizar endereços, usando vários cadastros, como Bolsa Família, CPF e seguro-desemprego, além de consultar as informações de quem tem conta ativa no FGTS, mais atualizadas.
Maioria tem um salário mínimo
Segundo uma fonte, o primeiro passo é melhorar a qualidade do cadastro das contas inativas. Em muitos casos, não consta número de telefone, e o endereço está desatualizado.
A Caixa chegou a cogitar como critério para a liberação dos recursos os saldos das contas inativas, de modo a beneficiar primeiro os trabalhadores com menores valores — o que corresponde à maioria, pois mais de 80% têm até um salário mínimo, hoje em R$ 937. Essa ideia, no entanto, poderia causar uma corrida à Caixa, pois muitos cotistas não sabem quanto têm a receber.
Pesa a favor do corte pela data de nascimento o fato de a Caixa ter experiência com a liberação do abono (PIS), que vai de julho a junho do ano seguinte, período no qual são atendidas 20 milhões de pessoas. Segundo um técnico, nesse caso, o fluxo de trabalhadores no banco é estável ao longo do ano, à exceção de fevereiro, que tem menos dias.
A Caixa informa que há 18,6 milhões de contas inativas no FGTS, no total de R$ 41 bilhões. Como muitos cotistas têm mais de uma conta, o governo estima que dez milhões de pessoas serão beneficiadas.
A previsão é que sejam sacados R$ 30 bilhões, pois há contas com valores tão baixos que não compensam a ida à agência.
Serão beneficiados com o saque das contas inativas do FGTS todos os trabalhadores que pediram demissão ou foram demitidos por justa causa até 31 de dezembro de 2015. A medida não contempla casos de cotistas que permanecem no mesmo emprego, mas têm conta inativa porque a empresa mudou de CNPJ.
Quem usou os recursos do FGTS para aplicar na Vale ou na Petrobras e depois ficou com a conta inativa poderá resgatar a aplicação e receber o dinheiro. Neste caso, os trabalhadores devem procurar os bancos onde fizeram o investimento. Quem não quiser sacar poderá deixar a quantia rendendo numa conta-investimento.
Os extratos de contas podem ser consultados no aplicativo do FGTS (disponível para Android, iOS, e Windows Phone), no site da Caixa e utilizando o Cartão do Cidadão em postos de autoatendimento ou agências do banco.
Hoje, o trabalhador pode sacar o dinheiro da conta inativa na sua data de aniversário, desde que ele esteja desempregado há pelo menos três anos.

fonte: revistapegn.globo.com