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09 janeiro, 2017

vacinação contra febre amarela no verão


Entre dezembro e maio, período do verão, aumentam os casos de transmissão de febre amarela em grande parte do Brasil, sobretudo em regiões silvestres, rurais ou de mata.
Por isso, o Ministério da Saúde alerta que essas são áreas onde se recomenda aos moradores e visitantes tomar a vacina contra a doença.
A pasta divulgou uma lista com os locais em que a população deve se imunizar.
As doses são oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No ano passado, mais de 16 milhões de doses foram ofertadas.
Todos os estados, nas unidades básicas de Saúde (UBS), estão abastecidos com a vacina contra febre amarela e o País tem estoque suficiente para atender toda a população nas situações recomendada.
A vacina é altamente eficaz e segura para o uso, a partir dos nove meses de idade, em residentes e viajantes a áreas endêmicas ou, a partir de seis meses de idade, em situações de surto da doença.

A doença

O vírus da febre amarela se mantém naturalmente num ciclo silvestre de transmissão, que envolve primatas não humanos (hospedeiros animais) e mosquitos silvestres.
O Ministério da Saúde realiza a vigilância de epizootias (doenças que atacam animais) desde 1999, com o objetivo de antecipar a ocorrência da doença.
Assim é possível fazer a intervenção oportuna para evitar casos humanos, por meio da vacinação das pessoas e também evitar a urbanização da doença por meio do controle de vetores nas cidades.
Desde os primeiros casos suspeitos em macacos, no estado de São Paulo, no ano passado, o Ministério da Saúde mantém permanente articulação com a vigilância do estado para aplicação de medidas de prevenção e controle adequadas, oferecendo apoio técnico, capacitação de profissionais, suporte a investigações de casos, envio de vacinas. Vale ressaltar que 70% da população da cidade de Ribeirão Preto está vacinada contra a febre amarela.
Os sintomas iniciais incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.
Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos.
Por isso, a recomendação ao identificar os sintomas é procurar uma unidade de saúde. Cerca de 20% a 50% das pessoas desenvolvem a forma grave da doença.

Vacinação

A Organização Mundial da Saúde considera que apenas uma dose da vacina já é suficiente para a proteção por toda a vida.
No entanto, como pode haver queda na imunidade com o tempo de vacinação, o Ministério da Saúde definiu a manutenção de duas doses da vacina Febre Amarela no Calendário Nacional, sendo o esquema vacinal uma dose aos noves meses de idade com reforço aos quatro anos. Para pessoas de 2 a 59 anos, a recomendação é de duas doses.

Fonte: fatimanews.com.br

Após nova confusão em cadeia de Manaus presos vão para hospital

Após uma nova confusão na Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus, sete detentos precisaram ser hospitalizados na noite deste domingo (8). Homens do Batalhão de Choque permaneceram no presídio após essa que foi a segunda ocorrência em menos de 24 horas.

A reportagem, que estava na frente da prisão, ouviu um estrondo no início da noite. Por volta das 18h30, homens do Batalhão de Choque entraram no presídio. O governo, porém, negou um novo confronto.

A Cadeia Vidal Pessoa foi reaberta na segunda-feira (2) para a acomodação de presos ameaçados de morte pela facção criminosa Família do Norte (FDN), apontada como responsável pelas 56 mortes no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), na semana passada.

O Serviço de Pronto Atendimento de Urgência (Samu) disse ao G1 que os presos foram levados para dois hospitais da capital amazonense: João Lúcio e 28 de Agosto, nas Zonas Leste e Centro-Sul. Eles retornaram à unidade por volta das 22h (horário local).

Em nota, o governo do Amazonas disse que, após a contagem de presos da tarde, percebeu-se que detentos ainda precisavam de atendimento médico. “Todos tiveram ferimentos e escoriações de natureza leve e após o atendimento serão devolvidos para a unidade prisional”, finalizou o comunicado.

Horas antes, na madrugada deste domingo, outro motim deixou quatro detentos mortos. Segundo o Governo do Amazonas, foram assassinados os presos Tássio Caster de Souza, Rubiron Cardoso de Carvalho e Fernandes Gomes da Silva. Um segue sem identificação.
Revoltados com a falta de informações, familiares fizeram um protesto em frente à cadeia.
Rebelião
A primeira confusão começou por volta das 3h do horário local (5h de Brasília) de domingo quando apenas dois agentes penitenciários monitoravam o local, segundo o vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Amazonas, Antônio Santiago.

Em nota, o Comitê de Gerenciamento de Crise informou que os presos iniciaram uma briga por motivo desconhecido. Dos quatro mortos confirmados, três foram decapitados e um asfixiado. A OAB-AM diz ainda que um quinto detento morreu após dar entrada em um hospital de Manaus. Outro preso segue internado com quadro clínico estável em uma unidade hospitalar após passar por cirurgia.
Familiares esperam por notícias de presos na Vidal Pessoa (Foto: Matheus Castro/G1 AM)Familiares esperam por notícias de presos na Vidal Pessoa (Foto: Matheus Castro/G1 AM)
O policiamento foi reforçado pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar. As mortes serão investigadas, segundo o comitê de crise. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) para identificação.

Segundo o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-AM, Epitácio Almeida, cinco detentos estão desaparecidos. A ausência dos internos foi notada após a contagem de presos. "Cinco [detentos] não foram encontrados. Podem estar escondidos no forro, foragidos", disse. Segundo ele, os presos já voltaram para as celas.

A Seap informou em nota que a Secretaria e a Polícia Militar estão realizando uma nova contagem na cadeia. A secretaria informou que a situação dentro da unidade é considerada "estável".
Preso chega a hospital (Foto: Isis Capistrano/G1 AM)Preso chega a hospital (Foto: Isis Capistrano/G1 AM)
Tumulto na sexta
A penitenciária registrou um tumulto na tarde desta sexta-feira (6). De acordo com a Polícia Militar, os presos reclamam da estrutura do lugar, que abriga mais de 200 na capela e na enfermaria da unidade prisional.
A prisão foi desativada em outubro de 2016 por recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e foi alvo de críticas do Ministério Público do Amazonas (MP-AM).

A reabertura da Cadeia Vidal Pessoa foi uma medida foi adotada de modo emergencial para "preservar vidas”.

fonte: Do G1 AM