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13 janeiro, 2017

Facebook trabalha em tecnologias para 'ler a sua mente'; entenda

O Facebook está desenvolvendo uma série de tecnologias que podem ler a mente do usuário. Esse é um esforço para tornar os serviços da plataforma mais próximos de um sonho de Mark Zuckerberg: a capacidade de estabelecer a comunicação entre pessoas através do pensamento. O desenvolvimento desse tipo de tecnologia pelo Facebook parece estar em curso por conta de uma série de vagas de emprego mencionando projetos relacionados com dispositivos capazes de captar imagens da mente e estabelecer interfaces entre cérebro e máquinas.

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As vagas apontam para projetos que sugerem o tipo de comunicação de ficção científica imaginada pelo Facebook. A ideia gira em torno de criar equipamentos capazes de ler o que se passa na cabeça do usuário e transmitir essas informações para a pessoa com quem ele deseja se comunicar.

Não há como estimar quais os prazos em torno do desenvolvimento dessa tecnologia, mas um dos anúncios de emprego busca um engenheiro de interface entre cérebro e computador que possa ajudar com a criação de um produto dentro de um prazo de dois anos.

Há outras vagas que mencionam a necessidade de profissionais capazes de desenvolver tecnologias correlatas ao projeto: mapeamento cerebral, para permitir a leitura das imagens que você pensa de forma não invasiva; e a criação de sistemas hápticos (relativo ao tato), em que o computador passa ao usuário sensações físicas, como toque na pele, talvez um aperto de mão. Esse tipo de tecnologia daria aos usuários da plataforma uma espécie de comunicação telepática e a possibilidade de "interagir fisicamente" com seus contatos que estão distantes.

Via Business Insider


fonte:techtudo.com.br

A luta de famílias para salvar presos que sabiam que iam morrer


Do lado de dentro, condições insalubres, isolamento e uma permanente tensão causada por frequentes rebeliões e ameaças de morte.

Do lado de fora, os parentes dos presos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) e da cadeia pública Vidal Pessoa, em Manaus, que não cometeram nenhum crime, mas também enfrentam condições difíceis. Alguns chegam a passar fome. Tudo para tentar garantir uma vida menos pior para quem está do lado de dentro da fronteiras de concreto e aço.

Para muitos, a luta é para garantir que seus entes presos continuem vivos. Muitos relataram que entregaram cartas à diretoria da prisão denunciando ameaças recebidas por internos e que contraíram dívidas com advogados na tentativa de tirá-los de lá.

A BBC Brasil conversou com familiares de presos mortos e de outros que ainda estão nos presídios onde ocorreram as rebeliões que deixaram 64 mortos em Manaus.

Para tentar melhorar as condições de vida no presídio, eles contaram que chegaram a comprar tinta para pintar as celas dos internos em setembro de 2016. Além disso, uma das famílias relatou ter levado até material cirúrgico, como gazes e esparadrapo, para que um dos internos pudesse ser operado dentro da penitenciária.

Familiares de presos relatam condições insalubres em cadeias (Foto: Fotos Felipe Souza/BBC Brasil)Familiares de presos relatam condições insalubres em cadeias (Foto: Fotos Felipe Souza/BBC Brasil)

A empresa Umanizzare, que administra o Compaj, confirmou essas declarações. Em nota, ela informou que a entrada da tinta no presídio foi autorizada pelo Estado, mas não informou por que ela mesma não fez o serviço, já que ela é paga para cuidar da gestão, operação e manutenção do local.

Em relação aos materiais cirúrgicos, a empresa disse que faz apenas atendimentos básicos dentro da unidade. As cirurgias de alta e média complexidade são feitas em outros locais. A empresa não comentou o caso questionado pela reportagem.

Os familiares disseram ainda que, muitas vezes, a comida oferecida está estragada, como feijão com vermes e água com gosto de ferrugem.

Preso mostra perna machucada durante chacina no Compaj  (Foto: Fotos Felipe Souza/BBC Brasil)Preso mostra perna machucada durante chacina no Compaj (Foto: Fotos Felipe Souza/BBC Brasil)
 

A mãe de um ex-detento afirmou que chegou a passar fome para comprar comida e levar para ele na cela. Até mesmo a cesta de Natal que ganhou da empresa no fim do ano foi para o filho.

Promessas

No desespero de tentar tirá-los de dentro do presídio, parentes dos presos fazem dívidas para pagar honorários a advogados.

"Um deles pediu R$ 4 mil para tirar meu filho de lá. Tirei dinheiro de onde já não tinha e, quando eu estava terminando de pagar, o advogado desistiu da ação. Perdi meu chão".

O mesmo aconteceu com a irmã de um detento morto na Compaj. Ela relata que o interno começou a ser ameaçado constantemente, mas não teve sua transferência autorizada. Ela decidiu recorrer a um advogado. O defensor pediu R$ 2 mil para conseguir libertar o preso. Mas a família, de origem muito pobre, não tinha a quantia.

"Em novembro, ele mesmo começou a falar que era para eu parar de me preocupar com isso. Ele já sabia que morreria em breve", disse.

 Visão por meio de buraco feito por tiro em sala da direção do Compaj  (Foto: Fotos Felipe Souza/BBC Brasil) 
 
Sem velório

Além de passar anos ou até décadas sofrendo junto com os presos, os parentes dos presos que morreram no Compaj não puderam velar os corpos deles. Tudo por medo.

A maior parte dos detentos mortos nas chacinas em Manaus estava no "seguro" - celas onde ficam os presos ameaçados de morte. Essa ala abriga, por exemplo, estupradores, membros de facções rivais e ex-policiais militares. Por esse motivo, a identidade de nenhum de seus parentes será revelada nesta reportagem.

Chorando, uma das mulheres relatou à BBC Brasil que seu marido foi esquartejado, teve os olhos arrancados e o corpo carbonizado. Devido à dificuldade de identificação de algumas vítimas e o medo das famílias de sofrerem represálias no Instituto Médico Legal (IML), o último corpo só foi enterrado oito dias após a matança no Comparj.
Tragédia anunciada

Ao falar da chacina no Compaj, todos os parentes ouvidos pela BBC Brasil afirmaram que já a previam. Eles disseram ter entregado cartas escritas por internos para o diretor da unidade denunciando constantes ameaças.

"Uma vez, fui fazer visita e os rivais mostraram um monte de armas para ele na minha frente. Eles queriam causar terror contra quem eles não gostavam", disse a mulher de um detento morto.

Os familiares contaram que a Secretaria da Administração Penitenciária sabia das ameaças e não tomou nenhuma providência. À frente da pasta, Pedro Florêncio, afirmou em encontro com autoridades e órgãos de direitos humanos nesta semana que o setor de inteligência do governo havia identificado apenas que haveria uma tentativa de "fuga em massa".

A irmã de um preso disse que ele recebia ameaças constantes de que teria a cabeça arrancada.

Com as mãos suadas e os olhos cheios de lágrima, a mãe de um dos detentos afirmou que seu filho também vinha sofrendo intimidações.

"Ele disse que a cadeia estava 'balançando' e que iria estourar a qualquer momento".

Ela contou ter percebido "algo estranho" no dia das mortes em massa. A preocupação aumentou quando o filho pediu para que ela voltasse para casa antes do horário de visitas acabar.

"Ele disse para eu pegar um ônibus e ir embora. Então eu dei um abraço nele. Ele disse que me amava e eu também. Dei a bênção a ele e fui".

fonte: globo.com


 

Operação da PF mira Geddel, Cunha e corrupção na Caixa

A PF (Polícia Federal) iniciou nesta sexta-feira (13) uma grande operação, chamada Cui Buono, que investiga as ligações entre o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e Geddel Vieira Lima, vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal entre 2011 e 2013.

Geddel entregou seu cargo como ministro da Secretaria de Governo em novembro do ano passado. Ele foi o sexto ministro a deixar o governo Temer, em pouco mais de seis meses de gestão.

Com a demissão, o articulador político do governo tentou diminuir a crise política que criou ao pressionar o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero para interferir na liberação de uma obra de um prédio em luxo em Salvador (BA).

Agora, os agentes federais apuram um esquema de fraudes na liberação de créditos junto à Caixa Econômica Federal, que teria ocorrido no período em que Geddel estava na cúpula do banco. Os policiais cumprem sete mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, Bahia, Paraná e São Paulo.

O esquema seria composto pelo então Vice-Presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, pelo Vice-Presidente de Gestão de Ativos, por um servidor da Caixa Econômica Federal, empresários e dirigentes de empresas dos ramos de frigoríficos, de concessionárias de administração de rodovias, de empreendimentos imobiliários, além de um operador do mercado financeiro.

A investigação da Operação Cui Bono é um desdobramento da Catilinárias, feita pela PF em dezembro de 2015, quando agentes encontraram um aparelho celular em desuso na casa do então presidente da Câmara do Deputados, Eduarco Cunha.

O aparelho foi periciado e os agentes encotnraram uma "intensa troca de mensagens eletrônicas entre o Presidente da Câmara à época e o Vice-Presidente da Caixa Econômica Federal de Pessoa Jurídica entre 2011 e 2013".

De acordo com a apuração, as mensagens indicavam a possível obtenção de vantagens indevidas pelos investigados em troca da liberação para grandes empresas de créditos junto à Caixa Econômica Federal.

Diante desses indícios, a PF passou a investigar o caso, que tramitava no Supremo Tribunal Federal em razão de se tratar de investigação contra pessoas detentoras de prerrogativa de foro por função.

Porém, em virtude dos afastamentos dos investigados dos cargos e funções públicas que exerciam, o Supremo decidiu declinar da competência e encaminhar o inquérito à Justiça Federal do DF.

Os suspeitos poderão responder pelos crimes de corrupção, quadrilha e lavagem de dinheiro.

 fonte:r7.com

PF combate organização criminosa de “coiotes” com mandados em Joinville


A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (13) a operação Piratas do Caribe para desarticular a ramificação brasileira de uma organização criminosa de coiotes, responsável por levar brasileiros ilegalmente para os Estados Unidos. As investigações buscam informações que indiquem onde se encontram os 12 brasileiros desaparecidos em novembro de 2016 na região das Bahamas.

Cerca de 30 policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão e cinco de prisão preventiva em Rondônia, Minas Gerais e também em Joinville, Santa Catarina.  Conforme a PF, as investigações começaram a partir da notícia do desaparecimento de um brasileiro que teria tentado entrar ilegalmente nos Estados Unidos com auxílio de coiotes que cobravam quantias de até R$ 60.000 para intermediar o transporte ilegal via Bahamas.
A polícia apurou que, antes de sair do Brasil, os imigrantes ficavam em alguma cidade com aeroporto internacional de fácil acesso aguardando a ordem de embarque para as Bahamas, que ocorria quando um determinado agente de imigração daquele país facilitava a entrada dos brasileiros. Já nas Bahamas, os imigrantes aguardavam por vários dias para embarcar para os Estados Unidos de barco.
“Além de todos os conhecidos riscos que envolvem a imigração ilegal para outros países, os coiotes escondiam os reais perigos envolvidos na travessia como a passagem pela região do Triângulo da Bermudas, famosa pelo alto índice de tempestades, naufrágios e desaparecimento de embarcações e aeronaves”, diz nota divulgada pela Polícia Federal.
A PF dará mais informações sobre a operação em coletiva de imprensa na Delegacia de Polícia Federal em Ji-Paraná, em Rondônia, na manhã desta sexta-feira.

fonte: ndonline.com.br/

Acidente entre dois ônibus deixa dez pessoas feridas

Dez pessoas ficaram feridas em um acidente entre dois ônibus na manhã desta sexta-feira (13) no bairro Vila Garcia em Jacareí. Os feridos foram encaminhados para hospitais de São José dos Campos e Jacareí.
A colisão frontal aconteceu por volta das 6h entre um ônibus circular e um veículo fretado que transporta funcionários da empresa Hitachi, que fica em São José dos Campos. O acidente foi em uma via paralela a rodovia Euryale de Jesus Zerbine.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, os dois ônibus que seguiam em sentidos opostos bateram de frente e a maioria das vítimas estava no ônibus urbano - nove dos onze passageiros ficaram feridos. No coletivo fretado apenas o motorista se feriu. Ele foi socorrido após ficar preso nas ferragens.
De acordo com as equipes, o resgate levou cerca de 1h30 e teve a participação de cinco viaturas do Corpo de Bombeiros e três do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
As vítimas foram socorridas para o Hospital da Vila em São José dos Campos e para a Santa Casa de Jacareí. Em São José, apenas uma mulher foi internada. Ela passa bem. Até a última atualização da reportagem o G1 não tinha informação sobre o estado de saúde das vítimas levadas para Jacareí.
A Venetur, responsável pelo ônibus que faz transporte para a Hitachi, informou que a empresa está aguardando a perícia para saber exatamente o que aconteceu. A informação incial é que havia muito barro na pista, o que pode ter causado o acidente. Uma equipe da empresa presta apoio às vítimas.
Vítimas foram socorridas para Hospital da Vila e Santa Casa de Jacareí (Foto: Divulação/Corpo de Bombeiros)Vítimas foram socorridas para hospitais  de São José e Jacareí (Foto: Divulação/Corpo de Bombeiros)
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Motorista ficou preso nas ferragens e foi socorrido para o hospital (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)Motorista ficou preso nas ferragens e foi socorrido para o hospital (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)
 
fonte:Do G1 Vale do Paraíba e Região