O autor confesso do massacre com motivações
racistas de 2015, numa igreja de Charleston, na Carolina do Sul, nos
Estados Unidos, foi condenado à morte.
Dylann Roof foi responsável pela morte de nove afro-americanos, que assumiu posteriormente que queria provocar uma «guerra racial» e nunca mostrou arrependimento pelos seus atos.
«Na minha confissão ao FBI, disse-lhes que tinha de o fazer. Senti que tinha de o fazer quando o disse e ainda sinto o mesmo», disse.
O jovem de 22 anos optou optou por não apresentar provas nem pedir prisão perpétua, escolhendo defender-se a ele próprio.
«Tenho o direito de vos pedir que me condenem a uma pena de prisão perpétua [o que, a confirmar-se, evitaria a sua condenação à morte], mas não tenho certeza que bem é que isso faria a qualquer pessoa», afirmou.
A decisão foi tomada por um grupo de jurados, que estiveram menos de três horas reunidos para decidirem a sentença de Roof.
Dylann Roof foi responsável pela morte de nove afro-americanos, que assumiu posteriormente que queria provocar uma «guerra racial» e nunca mostrou arrependimento pelos seus atos.
«Na minha confissão ao FBI, disse-lhes que tinha de o fazer. Senti que tinha de o fazer quando o disse e ainda sinto o mesmo», disse.
O jovem de 22 anos optou optou por não apresentar provas nem pedir prisão perpétua, escolhendo defender-se a ele próprio.
«Tenho o direito de vos pedir que me condenem a uma pena de prisão perpétua [o que, a confirmar-se, evitaria a sua condenação à morte], mas não tenho certeza que bem é que isso faria a qualquer pessoa», afirmou.
A decisão foi tomada por um grupo de jurados, que estiveram menos de três horas reunidos para decidirem a sentença de Roof.
fonte: abola.pt







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